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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Qual o pior ato de vandalismo



Os noticiários da manhã de hoje (29/08) mostram cenas de depredação executadas por mascarados ao atacarem trens aqui no  Rio que apresentaram defeitos e foram obrigados a parar.

O apresentador, preocupado, reclama a atuação da polícia, inexplicavelmente ausente após mais de 20 minutos de desordem.

Alguns instantes depois, surge a notícia dando conta que o nosso fétido Congresso, com seus bandidos mascarados, posto que votantes secretos, recusou a cassação de parlamentar, encaminhada pelo STF, preso por roubo.

Pergunta-se: qual das depredações é a mais letal para a já depauperada sociedade? A que polícia, já tardia, devemos apelar?

Dá a impressão que só resta uma emergencial transfusão de sangue.

A Europa não se curva mais

"A Europa curvou-se diante do Brasil". 

Várias vezes durante o século passado tal expressão apareceu nos principais órgãos de imprensa. 

Eram acontecimentos representativos de situações nas quais  determinadas personalidades nacionais destacavam-se por suas atuações ou criações intelectuais que enchiam o país de orgulho. Como exemplos emblemáticos, são lembrados, entre outros, a exibição de Santos Dumont em Paris, ao sobrevoar a cidade-luz , em 1906, circundando a Torre Eiffel e a Segunda Conferência de Haia em 1907 na qual a atuação de Rui Barbosa foi decisiva, firme e convincente, honrando a diplomacia brasileira. 

Neste início do século 21, no entanto, o país não dá motivos para outras reverências europeias. 

Governado por um grupo não comprometido com as tradições de política externa que sempre caracterizaram o outrora prestigiado Itamarati, o Estado brasileiro enveredou por associações com países que, embora afinados com as ideias de esquerda patológica dos seus atuais dirigentes, não contribuem em nada para o estabelecimento de bons protocolos de comércio exterior e para uma boa postura no conjunto de países que representam a rede democrática moderna.

A participação na decadente Unasul, por exemplo, com sua trupe Bolivariana, constitui a mais completa expressão da falência diplomática que afeta diretamente a modernização do país. 

O recente acontecimento envolvendo o traslado de um político Boliviano para o Brasil é representativo de uma melancólica situação que não só impede que a Europa volte a curvar-se diante do Brasil mas ocasiona, pelo contrário, uma reverência ao país governado pelo cocaleiro encardido Evo Morales, resultando na demissão de um Ministro de Estado brasileiro. 

É bom lembrar também que este é o mais recente episódio de uma série de outros, nos quais se verificou a submissão de Brasilia às abusadas atitudes de La Paz. 

São inesquecíveis, por exemplo, as ações no sentido de ocupar instalações da Petrobrás, as inspeções em aeronaves que transportavam autoridades brasileiras e a inação em relação a torcedores de futebol aprisionados sem provas suficientes. 

Pobre Brasil, poucos são os motivos atualmente para que algum país a ele se curve e muitos serão ainda, ao que tudo indica, as razões para mesuras a governos que em nada contribuem para o desenvolvimento de uma salutar política externa. 

QUEM ACREDITA NO Pranto e a fúria da Dilma



Há algum tempo, junto com todos os brasileiros, testemunhei, comovido, as lágrimas e o pesar da Presidente Dilma Rousseff ao referir-se às crianças vitimadas pelo desatino de um desequilibrado mental, no bairro de Realengo, Aqui no  Rio de Janeiro.
Emocionei-me com seu discurso e seu pranto diante de uma tragédia que ceifara a vida de jovens brasileiros, marcando para sempre, física e emocionalmente, todas as demais vítimas e testemunhas de um ato que teve por motivo apenas chamar a atenção da sociedade para o criminoso e para as suas absurdas convicções.
Acreditando na franqueza e na verdade dos sentimentos da Presidente e reportando-me a seu passado de guerrilha urbana, terrorista, do qual tem orgulho pelas mesmas razões do assassino de Realengo, fiquei a imaginar o quanto teria chorado quando inocentes foram mortos e feridos por culpa e propósito das suas próprias convicções e da forma como escolhera para expressá-las!
A única diferença que pude identificar entre os crimes é que um foi cometido pelo desatino de um desequilibrado mental e os outros por convicções ideológicas de fanáticos de uma utopia.
Na ocasião, ao prantear as pequenas vítimas, a Presidente demonstrou sentimento sincero de pesar, mas ficou a pergunta: Teria ela pranteado a suas próprias vítimas?
Ontem, assisti a outra manifestação de repúdio da Presidente ao referir-se à comparação, feita pelo diplomata Eduardo Saboia, entre instalações da Embaixada do Brasil em La Paz e as de um DOI/CODI do tempo da repressão ao terrorismo.A comparação, mesmo que infundada, pois o Sr Saboia nunca esteve em um DOI/CODI, o teria motivado a, clandestinamente e sem autorização oficial, trazer para o Brasil um senador boliviano, asilado, há quase quinhentos dias, naquela embaixada.
Desta feita, a manifestação da Presidente não veio, como no caso das crianças, acompanhada de pranto, mas de fúria, pois, segundo ela, a diferença entre uma e outra instalação é semelhante à "distância entre o céu e o inferno"!Disse-o com a autoridade de quem já esteve em ambos os locais!
Novamente assaltou-me a curiosidade. Teria a Comandanta, nos papéis de guerrilheira urbana, ativista, idealizadora ou partícipe de atos terroristas, feito a mesma comparação, ao colocar-se no lugar de suas vítimas?
Qual seria para ela a distância entre estar, em um determinado momento, transitando na rua, sacando a poupança em um banco ou embarcado em um avião para uma viagem com a família e, no outro, estar morto, ferido, aleijado ou sequestrado, sem saber por que ou por quem?A expressão de fúria da Presidente ao referir-se a seu tempo de guerrilheira, ou de vítima de sua insensatez, faz ver com clareza a determinação e o ódio que, saídos de sua alma, a motivaram a atentar contra a vida de pessoas inocentes, mesmo conhecendo a "distância entre o céu e o inferno"!
Hoje, sinto-me à vontade para dizer que, ao contrário do que demonstrou pelas pequenas vítimas de Realengo, a Sra Rousseff nunca lamentou, pranteou ou deu importância ao sofrimento de suas próprias vítimas, inocentes ou não, de ontem ou de hoje!ela só faz teatrinho e encenação ,adsumus

Avante brasileiros, todos se manifestando no dia 7, o DIA D, não podemos fugir da luta, vamos lutar brasileiros. Temos motivos para ir a luta,,, Esta é mais uma luta para mostra que o gigante não dormiu de novo ,chega de canalice no nosso BRASIL


O que pode ser pior institucionalmente? Um ministro da mais alta corte do País, que perde tempo fazendo elogios à questionável honestidade de um réu condenado no Mensalão? Ou um Congresso que sempre se mostra corporativo para acobertar a corrupção, fazendo o teatrinho tétrico de não cassar o mandato de um deputado federal que virou presidiário depois que o Supremo Tribunal Federal o condenou por formação de quadrilha e peculato?

O Brasil tem mais outras perguntas sem resposta imediata... Quanto ganha o governo petista ao conceder o asilo político ao senador Pinto Molina – processado na Bolívia por corrupção? Por que motivo continua em segredo de Justiça, com elevados ares de impunidade, o processo que investiga denúncias de corrupção praticadas por Rosemary Noronha – melhor amiga do Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva e ex-chefe do escritório paulista da Presidência da República?

Calma, tem mais questões irrespondidas, agora na economia em “crise mínima” (segundo o ministro da Fazenda Guido Mantega). Por que o Governo brasileiro resolveu censurar o Fundo Monetário Internacional, impedindo-o de divulgar o chamado “Artigo IV” – um relatório anual completo com os dados da economia brasileira fornecidos oficialmente? Por que o País só sabe combater a tal da “inflação” (na verdade, aumento abusivo de preços e tarifas) manipulando a taxa de câmbio e subindo os juros reais – que só geram lucros para a especulação financeira?

Todos esses motivos – e muitos mais, numa lista que cabe em um imenso catálogo telefônico – contribuem para o descrédito internacional do Brasil. Dá para acreditar em um País com tanta coisa errada? O que consegue ser pior: incompetências gerenciais no setor público e privado, corrupção sistêmica e desenfreada, Justiça lenta e ineficiente, economia capimunista, política egocêntrica e povo que (majoritariamente) prefere assistir a tudo de errado de forma passiva e bestificada?

Mais fácil é acreditar no parlamentar-presidiário Natan Donadon... Ele garantiu ontem que não é ladrão e que nunca roubou um centavo... Por tamanha sinceridade, merece continuar empregado como deputado federal, recebendo o polpudo salário, enquanto puxa cadeia na Penitenciária da Papuda (que deve abrigar presos menos perigosos que muitos políticos)...

O falido e imoral esquema institucional brasileiro tem sempre um jeitinho para acobertar as safadezas. Donadon não poderá mais cumprir as funções de parlamentar, embora não tenha perdido o mandato ontem, por falta de 24 votos para a cassação no plenário da Câmara. Enquanto estiver impedido, será substituído pelo suplente...

Ontem, quem saiu algemado, dentro de um camburão, rumo ao presídio, não foi o deputado-presidiário. Cada brasileiro honesto - que estuda, produz, e trabalha – é que deve ter se sentido um Presidiário Emérito do Governo do Crime Organizado que inviabiliza uma Nação com tudo para ser rica, desenvolvida e próspera.

E Donadon ainda se ajoelhou e agradeceu a Deus... Pena que o coitado Pai Celestial nem possa pedir asilo à Bolívia para dar um troco simbólico na agressão sofrida pelo seu fiel seguidor, que só faltou chama-lo de sócio nas operações...

O Diabo só não está achando graça de tudo, porque tirou licença médica para cuidar da reeleição – que anda mais ameaçada que nunca neste nosso Inferno aqui da Terra...ADSUMUS

QUAL SERÁ O PARTIDO QUE MAIS TEM A LUCRA COM A VOTAÇÃO DE ONTEM QUE MAIS TEM MENSALEIROS CONDENADOS ,Câmara dos Deputados livra Natan Donadon de cassação Houve 233 votos a favor da cassação, mas eram necessários 257; 131 deputados votaram contra, 41 se abstiveram e 54 dos presentes na sessão não votaram; outros 54 não compareceram

Preso há mais de dois meses, o deputado Natan Donadon (sem partido-RO) escapou nessa quarta-feira, 28, da cassação pela Câmara dos Deputados. Assim, manteve o mandato, mas o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), em decisão solitária, decidiu afastá-lo do cargo enquanto ele estiver cumprindo pena em regime fechado pela condenação a mais de 13 anos por desvio de recursos públicos.

Alves anunciou ainda que não submeterá mais nenhum caso de cassação de mandato a plenário enquanto não for aprovada a proposta de mudança na Constituição que abre o voto neste tipo de decisões. Na sessão de ontem, em votação secreta, foram 233 votos pela cassação, 24 a menos do que o exigido, 131 pela absolvição e 41 abstenções - com 21 abstenções, o PT foi o partido que mais contribuiu com as ausências. O resultado sugere a intenção de se preservar os mandatos de condenados no processo do mensalão.


Condenado por desvios de R$ 8,4 milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia, Donadon ficará em regime fechado por pelo menos dois anos e tem pena total de 13 anos, 4 meses e 10 dias de prisão pelos crimes de peculato e formação de quadrilha. Algemado, deixou ontem pela primeira vez da penitenciária da Papuda e fez um discurso emocional em plenário alegando inocência e reclamando das condições da prisão.
O lobby feito ao longo do dia junto ao baixo clero, sobretudo nas bancadas evangélicas, do PT e do PMDB, surtiu efeito para garantir a manutenção do mandato. Depois de segurar a sessão por quase cinco horas e ver a cassação ser rejeitada, Alves construiu a solução de afastamento e dará posse hoje ao suplente, Amir Lando (PMDB-RO).
Precedente. O caso é visto pela Câmara como um precedente para descumprir eventual decisão do Supremo pela perda imediata do mandato no processo do mensalão, no qual a Corte decidiu que caberia à Mesa apenas decretar a cassação.
A Câmara observa que o rito com ampla defesa foi aplicado pelo STF em relação a Ivo Cassol (PP-RO) e não houve referência a cassação imediata também na condenação de Donadon. O resultado, porém, pode levar a uma aceleração da votação da proposta que torna aberta esse tipo de decisão. Alves ressaltou que há acordo de líderes para apreciação do tema.
Durante todo o dia, Melkisedek Donadon, irmão do deputado e ex-prefeito de Vilhena (RO), visitou vários gabinetes pedindo apoio. Outros deputados do baixo clero comentavam entre si que a cassação do colega dificultaria situações futuras. Muitos petistas defenderam a abstenção e alguns nem sequer compareceram à sessão.
Camburão. Donadon saiu de camburão, algemado, do presídio da Papuda, para onde voltou na mesma situação após se livrar da cassação. Ele deixou a Câmara agradecendo a Deus pelo resultado. Vestido de terno e gravata e com boton de deputado, traje semelhante ao que foi preso, entrou em plenário pouco após as 19 horas. Foi cumprimentado por colegas, como Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) - que escapou há alguns dias de processo de cassação por sua relação com Carlinhos Cachoeira - e Sérgio Moraes (PTB-RS), que causou polêmica anos atrás ao dizer estar "se lixando" para a opinião pública. Pouco depois, foi encontrar a família. Ao abraçar a filha, Rebeca, disse: "filhinha, me perdoe".
Em seu discurso, começou falando do cotidiano na prisão, onde está desde 28 de junho. "É desumano o que um prisioneiro passa, o que eu passei nestes dias", disse. Contou que antes de ir à Câmara, faltou água e pediu ajuda de um vizinho de cela com garrafas para concluir seu banho. Afirmou que foi à Casa para dar explicações e defender sua inocência. Criticou a imprensa, o parecer do relator, Sérgio Zveiter (PSD-RJ), e negou os crimes que lhe são atribuídos. "Não desviei um centavo."
Ele defendeu a legalidade de todos os pagamentos feitos na Assembleia de Rondônia. Reclamou de pressões externas. "Temos de ter cuidado com a voz das ruas. A voz das ruas crucificaram Jesus. Creio em Deus e na Justiça. Sei que essa Casa é independente."
O relator havia recomendado a cassação de Donadon pelo cometimento de crimes de natureza gravíssima e "fatos estarrecedores", que "não se coadunam com as exigências para a representatividade parlamentar. "Ele participou de uma organização criminosa que assaltou os cofres públicos de Rondônia."

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

ESTAMOS FERRADOS QUE LEIS SÃO ESTAS EM NOSSO PAIS ONDE ATÉ DE PRESIDIO FEDERAL OS CANALHAS FOGEM A QUEM INTERESSA ESTES CARAS NAS COMUNIDADES DO RJ,

Mais dois chefões do narcotráfico fogem de presídio de Rondônia para o Rio
A dupla já buscou abrigo no Complexo do Lins, onde se rearticula para voltar ao crime.
Após quase duas décadas atrás das grades, Cláudio José de Souza Fontarigo, o Claudinho da Mineira, e Ricardo Chaves de Castro Lima, o Fu, estão de volta ao tráfico no Rio. Cumprindo pena numa unidade estadual de Porto Velho, em Rondônia, eles estão foragidos desde a última sexta-feira, quando deveriam ter voltado de uma visita de sete dias à família. De acordo com a polícia do Rio, a dupla já buscou abrigo no Complexo do Lins, onde se rearticula para voltar ao crime. Presos até abril deste ano na unidade federal de segurança máxima de Porto Velho, Claudinho e Fu foram beneficiados com progressão para o regime semiaberto.


Com o caso, já são três os traficantes do Rio que estavam em presídios federais, e fugiram após ganharem benefício e conseguiram transferência para unidades estaduais que não sejam no estado de origem. Na última sexta-feira, o EXTRA mostrou que José Benemário da Silva, o Benemário ou Come Rato, que cumpria o semiaberto na Paraíba, fugiu em fevereiro de 2013 e já está de volta ao tráfico no Rio. As defesas dos criminosos têm usado a recusa da Vara de Execuções Penais (VEP) do estado em recebê-los de volta para pedir transferência para outros estados. A manobra já foi identificada pelo Ministério Público estadual.


Antes de irem para o Penitenciária estadual Edvan Mariano Rosendo, em Porto Velho, para onde não voltaram, Claudinho e Fu chegaram a passar pelo Mato Grosso. No início deste ano, a defesa da dupla, com base na impossibilidade da volta para o Rio, conseguiu vaga no estado do Centro-Oeste. Em abril, eles foram transferidos. Mas a estadia foi curta.


Ao tomar conhecimento da ficha criminal dos traficantes, em 16 de maio, a juíza da VEP do estado, Nilza Maria Possas de Carvalho, fez contato com a Justiça estadual de Porto Velho, de onde eles haviam saído, pedindo que os recebesse de volta. A solicitação foi aceita.


Em e-mail enviado para o juiz Acir Teixeira Grécia, da VEP de Rondônia, a magistrada alegou que as unidades prisionais do Mato Grosso já estavam superlotadas e não tinham segurança para recebê-los. Em resposta, Grécia disse que a dupla deveria retornar ao Rio, e que Rondônia também não tem condições de abrigá-los, pois a unidade de semiaberto é “precária, com pouca segurança, e insuficiência de vagas”. Ainda assim, Grécia aceitou os dois de volta em maio.


Visita à família 
Apesar de terem conseguido o semiaberto, Fu e Claudinho não usufruíam do regime, pois ainda não tinham obtido emprego. Na última semana, eles conseguiram direito a visitar a família por sete dias e não voltaram. Claudinho e Fu conseguiram direito à progressão de regime em dezembro de 2011. Desde então, a Justiça do Rio entra com recursos para tentar mantê-los na penitenciária federal. No início deste ano, a Justiça Federal de Rondônia determinou que a decisão de quase dois anos atrás fosse cumprida.


Ao ser consultada sobre a transferência da dupla para o Mato Grosso, a Justiça do Rio concordou. A postura foi considerada contraditória pela Justiça Federal. “Ao mesmo tempo em que se nega a receber o preso ao argumento de que ele oferece risco à sociedade e precisa ser mantido custodiado em penitenciária federal de segurança máxima, manifestou-se favorável ao pedido de transferência do interno a uma das unidades penais do Estado do Mato Grosso, condicionando a tão somente à demonstração que tenha vínculo de parentesco”.


A Secretaria de Segurança Pública do Rio e o Tribunal de Justiça do estado, procurados pelo EXTRA, não quiseram comentar as fugas.


Em 2011, durante vistoria da Secretaria de Justiça de Rondônia, na Penitenciária Edvan Mariano Rosendo, conhecida como Urso Panda, um visitante foi flagrado entrando com 20 celulares, 30 carregadores de celular, 14 fones de ouvido e duas serras dentro de um televisor.


Tráfico e sequestros no currículo 
Claudinho da Mineira e Ricardo Fu, que são primos, figuraram, nos anos 90, entre os principais chefes da maior facção criminosa do Rio. Eles estiveram à frente do tráfico nos morros da Mineira, São Carlos, Querosene e Zinco, que fazem parte do Complexo do São Carlos. As comunidades estão pacificadas. Antes da entrada da polícia, o comando do tráfico já estava nas mãos da facção rival àquela que a dupla integra.


Condenado a 70 anos e dois meses de prisão, Claudinho foi preso pela última vez em 1997. Além do tráfico, sua fama é pelos sequestros que comandava. O mais conhecido deles foi o do empresário Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira Filho, em 1995. O bandido é acusado ainda de participação na rebelião em Bangu 1, em 2003, quando foram mortos quatro detentos, entre eles Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê, que teve o corpo carbonizado. Claudinho ainda será julgado pelo crime.


Fu da Mineira estava preso há quase 20 anos. Ele já tinha sido condenado a 89 anos e 10 meses de prisão. A Lei de Execuções Penais permite a progressão de regime depois de um sexto da pena ter sido cumprida. Ao serem transferidos, em 2007, Ricardo Fu e Claudinho foram acusados, junto com outros dez criminosos, de terem ordenado ataques a delegacias e ônibus no Rio. A transferência aconteceu logo que Sérgio Cabral assumiu o governo do estado do Rio de Janeiro.


Pedidos de transferência 
Na última quarta-feira, o EXTRA mostrou que desde o fim de 2011, seis traficantes do Rio que estavam em presídios federais de segurança máxima pediram transferência para unidades estaduais . Cinco deles conseguiram. Um deles é Márcio Batista da Silva, o Dinho Porquinho, que está em Pernambuco. Ele é o único que conseguiu transferência, mesmo em regime fechado. Os outros tiveram direito ao regime semiaberto. O Ministério Público de Pernambuco está investigando a transferência de Dinho para o estado.


Em abril deste ano, a defesa de Marcio Nepomuceno dos Santos, o Marcinho VP, que está em Catanduvas, no Paraná, também pediu transferência para Pernambuco, mas teve solicitação negada. No pedido, a advogada de VP, Cristina Rissi, alegou ter sido orientada a tentar transferência pelo então juiz titular da VEP, Carlos Eduardo Figueiredo. O magistrado teria dito que o estado não receberia de volta nenhum preso que estava em unidade federal. Figueiredo negou que tenha dado tal orientação.


A advogada Cristina Rissi disse, em entrevista ao EXTRA, que tenta transferência de VP para qualquer unidade estadual fora do Rio de Janeiro. Juizes dos estados para os quais os traficantes cariocas estão pedindo transferência dizem não ter condições de recebê-los, por já sofrerem com O juiz Carlos Borges, atual titular da VEP, em entrevista do EXTRA, negou que haja qualquer determinação na vara de não receber de volta presos que estão fora do estado.

Assistam!!! Divulguem!!! Sabia que tinha alguma coisa por trás da vinda dos médicos cubanos!!! Porque nao exigir revalidação do diploma, ao mesmo tempo que querem implantar um exame para avaliar o ensino dos médicos brasileiros?! Governo contraditório, cheio de negociações por baixo dos panos!!! Compartilhem!!!OLHA AI A QUEM INTERRESSA A POLITICAGEM COM A SAÚDE DO POVÃO MST AVALIANDO A FORMAÇÃO DE MEDICOS ?????COMO ASSIM ,ADSUMUS

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BRASIL Dá para esperar pelo milagre?




Só um milagre pode evitar que o Brasil se consolide como o principal País, entre os emergentes, a continuar sendo o que sempre foi desde que foi achado pelos portugueses: uma rica colônia de exploração mantida artificialmente na miséria pelos poderes que governam, realmente, o mundo globalitário.

O Brasil se transformou no maior laboratório de experiências de Engenharia Social do globalitarismo. Nossa histórica e cultural visão de colonizado, mais ou menos o complexo de vira-lata nelsonrodrigueano, nos condena à passividade de seguir ideias de fora (quase todas desajustadas à nossa realidade).

O anti-capitalismo tupiniquim, calcado na especulação, no ganho fácil, na exploração barata do trabalho alheio, na crença de um Estado que deve a tudo ou todos prover, junto com uma adoração ao autoritarismo e à falta de respeito a leis, tudo isso, e muitos outros defeitos de uma lista que cabe num catálogo telefônico, consolidam nosso Capimunismo.

O Brasil foi historicamente desenhado para ser um País Capimunista, desde o momento em que a Oligarquia Financeira Transnacional decidiu derrubar o Império. O plano visionário de Dom Pedro II, que sonhava em nos tornar uma potência desenvolvida, não podia ser implantado. O Império Russo caiu pelo mesmo motivo.

Desde a Proclamação de um República que nunca funcionou como tal, o Brasil é um campo de testes dos modelos socialistas fabianos. Apenas nos governos de Getúlio Vargas, o Brasil quase rompeu com tal lógica. No entanto, caiu na mesma armadilha de agigantar o Estado, sem desenhar um projeto democrático.

Azar nosso, por nunca conseguirmos seguir um modelo semelhante ao que produziu a independência dos 13 estados norte-americanos em 1776. Os EUA são hoje uma nação soberana e poderosa. Mesmo assim, foram duramente atacados pela Oligarquia Financeira Transnacional nos anos 1860 (com a Guerra da Secessão) e em 1913 (com a criação do Banco central privado, que tem os banqueiros internacionais como acionistas, o Federal Reserve).

Agora, o Titanic sem rumo chamado Brasil, com uma sociedade cada vez mais imbecilizada coletivamente por ideias completamente fora do lugar, praticando o Capimunismo de forma cada vez mais irresponsável, se vê diante da perspectiva de mais uma crise. Ainda bem que o genial Guido Mantega, ministro da Fazenda, nos garante que “estamos vivendo uma minicrise, mas que terá impacto menor, porque a economia mundial está em recuperação”.

A simples interpretação direta das palavras do ministro confirma que ele é um mero marionete globalitário, inclusive do ponto de vista da ideologia capimunista pregada pelo grupo político dele, o Partido dos Traidores. Mantega apenas reforçou a velha tese de que o destino do Brasil sempre depende dos outros (agora, admite até que é da decisão do Federal Reserve) – e não da própria vontade do Brasil.

Só um milagre pode nos tirar do regime Capimunista ao qual nos condenamos por ignorância civilizatória e cultural. Nosso gigante, ao contrário do que muita gente traduz erroneamente, não vive adormecido. Ele sobrevive entorpecido na mais profunda ignorância – sempre na posição cômoda de nunca querer saber daquilo que teria a obrigação de saber para observar, lembrar, pensar e agir corretamente.

Será que vai acontecer algum milagre para nos tirar da condenação à periferia do mundo que se desenvolve em vários outros países, com piores condições de riquezas naturais que o nosso?

Atualmente, estamos mais para um País em que os filhos assassinam os pais e, em seguida, cometem suicídio. A imbecilidade coletivista capimunista, inoculada pela velha Nova Ordem Mundial, infesta nosso psicossocial e nos desgoverna rumo a um abismo – onde os idiotas darão um grande salto ornamental rumo ao nada.

Um milagre pode nos salvar? Quem sabe... Enquanto a gente espera, tudo só vai piorar... E os diabos, travestidos de divindades da salvação política, continuarão infernizando o Brasil, um perfeito paraíso às avessas para os esquizofrênicos imbecis coletivos.

Enxuguemos o gelo, porque o diabo está pedindo a toalha, e Deus já deve estar de saco cheio de tanto idiota que acredita em milagre...

E se realmente Deus é brasileiro, ao embalo do samba do crioulo doido, deve estar pedindo asilo ao Paraguai...

BRASIL É UM PAÍS MUITO CARIDOSO ???


O Brasil é um país caridoso. Um dos torcedores do Corinthians, que ficou preso na Bolívia, no episódio do foguete que matou o jovem boliviano, recentemente solto, é um dos que se envolveram, domingo passado, em Brasília, na briga entre torcedores do Vasco e Corinthians, e ainda está livre, pronto para outra violência!

O governo do Piauí usa recursos públicos para comprar cosméticos e material de higiene para o governador e família, provavelmente por ele, governador, não ter as condições de fazê-lo! O mesmo vale para os escargots do governador do Ceará! Jatos da Força Aérea transportaram os presidentes do Senado, da Câmara e o ministro da Previdência para ida a festa de casamento, e a jogos de futebol no Rio, quem sabe por faltarem recursos financeiros a esses remediados políticos!

Os vândalos que depredaram bens públicos e privados, nas recentes manifestações de rua, receberam, imediatamente, assistência de advogados alocados pela generosa OAB, e nenhum ficou preso, todos prontos para novos episódios de destruição. Um novo ministro do STF acha que o rigor das penas do mensalão foi um ponto fora da curva, sugerindo mais piedade... https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=RnM1LQzBFrs

A bondade do dia é o tenebroso e mal explicado episódio internacional, em que um Conselheiro caridoso, colocando supostos direitos humanos acima de tratados internacionais, faz uma operação de cinema, usando pessoal e meios públicos, para “salvar a vida” de um senador boliviano que enfrenta mais de 20 processos em seu país, por corrupção e enriquecimento ilícito! Se o senador estava deprimido, que pensasse nisso antes de roubar!!!!

No Brasil é assim: o sujeito rouba, agride, atropela, mata, destrói, vandaliza, atenta contra o estado democrático de direito..., e recebe carinhos, não sofrendo punições, por uma doentia, ideológica, absurda e desaforada ótica de direitos humanos! Onde estão os direitos humanos da sociedade brasileira, exausta de tantos crimes sem punição, e revoltada com tanta desfaçatez de sua elite dirigente?



“Mais médicos”? Vá lá... O que é preciso mesmo  é “Mais Vergonha”!

É por isso, e por muitos outros pontos fora da curva, que, cada vez mais distante do futuro, o País está cada vez mais perto do passado...

AOS POLITICOS MENSALEIROS QUE ESTÃO NO GOVERNO E AOS QUE APOIAM UM GOVERNO CORRUPTO SÓ INTERESSA DUAS ÚNICAS CLASSES


Cada vez que a imprensa noticia que os professores estão insatisfeitos com salários, que os policiais não aguentam mais trabalhar sem armamento, e que os médicos estão desesperados com as emergências lotadas e sem vagas e medicamentos, as reações costumam ser de dois tipos: crítica ou solidariedade. O que não fica evidente, à primeira vista, é o que existe de comum nas duas.
Sabem o que é? É a noção de “classe”!  É a ideia, já sedimentada, de que esses assuntos – uma vez trazidos à tona pela imprensa – sejam sempre exclusivamente manifestação de interesses econômicos.
Não interessa, nesse blogger, o fato de um guerreiro ser médico. Eles poderiam muito bem ter sido professor, policial ou astronauta – tanto faz. O que causa perplexidade é a capacidade que esse conceito – o de classe – adquiriu para pautar toda e qualquer discussão racional.
Pergunto a vocês: fazer um país inteiro (inclusive um enorme número de médicos, policiais e professores) pensar assim é ou não é uma revolução? Quanto tempo os alunos ainda vão passar dentro das escolas aprendendo  que revoluções são movimentos “armados”? A quem serve esse tipo de mentira, hein?
“Dividir para conquistar”... Não havia legião romana que não soubesse isso. A escória petista mensaleiros e de carguinhos comissionados  que governa o Brasil pode, de fato, ser escória; mas não é burra. Sabem perfeitamente bem do que eu estou falando. Esse tipo de gente, que sabe como ninguém aproveitar-se do caos, está fazendo a mesma coisa com o nosso país! Será que isso não fica claro?
Meus amigos, mais de uma vez eu escrevi que o PT não é favor de pretos nem contra os brancos. Ele não gosta de homossexuais nem de “machões”...não defende as “vadias” nem as freiras..e vou continuar SEMPRE escrevendo esse tipo de coisa. No momento são os, os médicos, a “bola da vez”.
Já disse, e sigo dizendo, que isso não tem nada de “pessoal” com os medicos e que esse partido dos mensaleiros condenados prepara muito mais coisa para enfiar goela abaixo das pessoas. Controle de imprensa, unificação das polícias, pena de morte...são apenas alguns dos itens na pauta dessa ralé.
O que está acontecendo com a classe médica no Brasil é um recado. As pessoas, pelo menos a parte mais esclarecida que poderia haver entre elas, estão perdendo uma grande oportunidade. Estão desperdiçando a chance de entender um aviso da história... 
O aviso daquilo que se prepara no país – o caminho para uma ditadura total. Essa ditadura se construiu, e continua sendo construída, através de um estado corporativo..de um governo que conseguiu cooptar o poder econômico comportando-se, nesse sentido, como capitalista enquanto produz em silêncio a maior revolução cultural da nossa história.
Lembrem-se: não faz a mínima diferença se existem médicos mafiosos” e médicos “que cumprem o juramento”. Não se importem com “policiais corruptos ou policiais honestos”...Esqueçam essa coisa de “professor grevista e professor que pensa nas crianças” ou de que existem “civis e militares”.
A única coisa que vocês precisam saber é que pode haver, para o governo, dois tipos de cidadãos – aqueles que são contra e aqueles que são a favor do PT! Essas são as duas únicas classes importantes para os que querem se perpetuar no poder a todo custo ...adsumus

terça-feira, 27 de agosto de 2013

DONA PRESIDENTA DILMA Perdida no Espaço




Dizem não haver palavras tão violentas quanto as do velho cacique tupi a seu filho, condenado à morte pelos Timbiras. “I-Juca-Pirama” (Gonçalves Dias) canta valores e heróis, qualidades desconhecidas no Brasil de hoje.

Por ignorar a razão de o jovem guerreiro deixar-se prender pelos inimigos, execrou, no campo adversário, a conduta que julgava desonrosa.

Que dizer, então, das habituais ações indignas dos governantes desta fraudada nação? Nada realizam em favor do país que se arrasta no século, despojado de identidade, pela avidez de poder que domina as entranhas desses vadios da caterva política e as do séquito de nepotes, ativos sugadores do patrimônio público.

Somos cúmplices desta violação, por consentirmos que infames ONG entravem o desenvolvimento do país; por permitirmos a permanência deste Congresso inepto, inapto e dissoluto; por mantermos esta presidente sem trato, sem traquejo, que faz do cargo uma via de sustentação do decrépito cubano com o dinheiro brasileiro.

Permitimos que fragmentem o país, que insuflem divisões de classes ou raciais, visando à implantação da doença fatal: o socialismo, gêmeo do comunismo totalitário.

Consentimos que em favor de uma América Latina una, tentem estabelecer sistemas retrógrados de governo. Que vá às favas a América Latina una. Temos que manter uno o Brasil; dos outros países que cuidem deles os seus próprios povo e governo.

As palavras do velho índio não seriam entendidas por criaturas desonradas, com um vácuo interior que as tornam seres incapacitados de qualquer ação que requeira sensibilidade.

Limito-me a registrar o asco que sinto por gente tão desprezível, cúpida, movida pela malignidade como explora a população ignara, mas esperta e desejosa dos nutrientes oficiais, distribuídos como esmolas em troca da sua sujeição.

Para o bem do país, que o voo de ida em direção ao acordo da cessão de Alcântara, seja de mão única. Que na assinatura desta traição à nação brasileira, a indigna esqueça o nome de batismo e aponha um dos muitos codinomes, atrás dos quais se escondia, quando pelo terrorismo, tentava implantar o sanguinário governo cubano no Brasil.

Para o bem do país, enquanto se regozija de mais um ato de vilania, não haja teto para aterrissar em quaisquer aeroportos brasileiros. Que voe sem cessar. Caso pouse em Roma, que a retenham até concluírem-se as negociações para a sua troca pelo Battisti, o que ninguém fará.

Chantagem igual a tantas ocorridas durante os sequestros de embaixadores, portanto, já conhecido por essa dona o resultado da negativa.

Que sinta, na viagem sem volta, horror à perda do poder, ao imaginar Michel Temer no seu lugar. Que este horror seja crescente, à medida que as estatísticas desfavoráveis, divulgadas pelos institutos confrades não possam mais mentir deslavadamente ao populacho.

Que perca as alianças políticas e que outro candidato ocupe o seu lugar, em 2014, mesmo com o recadastramento biométrico para melhor fraudar as urnas.

Sem poder manejar o dinheiro público, que se enfurne no seu avião e passe a imaginar as cédulas dos dólares do Adhemar e dos reais que acumulou do trabalho suado do contribuinte que iriam garantir a sua inútil vida para sempre.

Que pense e lamente, a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo, no que deixou de fazer em benefício do país, mas em proveito próprio e de sua psicótica ideologia, tornando-se a primeira presidente lesa-pátria do mundo.

Distante estou da veemência do orgulhoso e ético tupi, na ficcional e épica criação do poeta. Apenas, expresso uma veemente reação às traições reais da desprezível agente da anarquia, judas do país ao qual deseja o pior dos destinos.

Quanto ao piloto, lamento a sua sorte.

BRASIL E OS NOSSOS GOVERNANTES NO Samba do Crioulo Doido E SEM GOVERNO E RESPEITO


Lula e Evo Morales, com colar de coca, na Bolívia 
Uma pergunta: alguém algum dia imaginou um Brasil que ruge para ao Estados Unidos e Inglaterra e fica de joelhos para uma Bolívia governada por um índio cocaleiro? pois é exatamente isso que está acontecendo.
Lula cumprimenta com efusão o deposto e assassinado ditador Muamar Kadafi, da Líbia. Na foto, outra companhia significativa: o presidente Evo Morales, que mandou o Exército da Bolívia ocupar instalações da Petrobras e obteve a "compreensão" do então presidente brasileiro
 Há sete anos o índio boliviano mandou força militar invadir a refinaria da Petrobras em Santa Cruz  e em seguida a nacionalizou. Dias depois convidou o corrupto presidente do Brasil em exercício, meteu-lhe um colar com folhas de coca no pescoço e chamou a imprensa para fotografias que circularam o mundo. A besta verde e amarela nem se tocou.

Há dois anos, o avião que servia ao  Ministro da Defesa, o corajoso Celso Amorim, em viagem oficial à Bolívia foi invadido e revistado por soldados bolivianos, mascando folhas de coca, à procura do senador de oposição, Roger Pinto, que estava refugiado na embaixada brasileira em La Paz. Nada foi feito, acredito até que o ministro, "da defesa", tenha agradecido por não ter levado um tapa no escutador de novelas.

Ontem, em uma operação extremamente confusa, esse mesmo senador aparece em Brasília trazido pelo embaixador brasileiro, Eduardo Sabóia,  desde La Paz, em uma viagem por terra até a nossa fronteira (Corumbá), com duração de 22 horas, em dois automóveis da embaixada brasileira e escoltados por FUZILEIROS NAVAIS que fazem a guarda da embaixada na capital boliviana.

Menos de 24 horas depois, o incompetente, mas "patriota", ministro das relações exteriores do Brasil  era demitido pela não menos incompetente presidente da república. Pena que Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta, não esteja vivo para assistir ao vivo, 45 anos depois, na capital da republica de Macunaíma, sua paródia intitulada "O Samba do Crioulo Doido". Ainda não dá para saber quem dona Dilma vai obrigar a casar com quem. No samba, Chica da Silva obriga a Princesa Leopoldina casar com Tiradentes.

É provável que o governo Boliviano, após nos desmoralizar duas vezes, tente a terceira vez e peça a extradição do senador. O leão boliviano está rugindo há 48 horas. Aconselho à trupe de Brasília não facilitar; a poderosa Bolívia poderá por tropas na fronteira. Eles, apesar de terem perdido em 1935 a guerra do Chaco para os paraguaios, conseguiram confiscar e manter armazenado um moderníssimo equipamento militar. Te cuida Brasil !ADSUMUS

PARECE QUE DESTA VEZ O PROJETO IGUAÇU VAI ACONTECER EM NOVA IGUAÇU ,ESTAREI PRESENTE COMO COORDENADOR DA COMISSAO EXECUTIVA DO PROJETO IGUAÇU E COMO MEMBRO DA COMISSAO EXECUTIVA BOTAS /NOVA IGUAÇU ,POIS A ANOS EU E GUERREIROS DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU COMO MEU AMIGO ALCY MAIHONI ESTAMOS NESTA LUTA PARA QUE NOSSA POPULAÇÃO RIBEIRINHAS E QUE MORAM NAS ENCOSTAS DA SERRA DE MADUREIRA NO DANON QUEREMOS QUE O PROJETO IGUAÇU ACONTEÇA NA CIDADE COMO O QUE ESTAVA NO ESBOÇO DO PROJETO , ESTAREI LÁ E COBRAREI ESTAS UNIDADES HABITACIONAIS SEJAM CONSTRUIDAS O MAIS RAPIDO POSSIVEL ,ADSUMUS


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

PARABENS AOS FUZILEIROS NAVAIS POR CUMPRIR MAIS ESTÁ MISSÃO ,

Fuga de senador boliviano teve ajuda de colega brasileiro, diplomata, fuzileiros da Marinha e PF

Ferraço: ‘A PF foi até o hotel, me contactou no aeroporto e apareceu lá com o senador Roger Pinto’
Foi cinematográfico o enredo da fuga do senador boliviano Roger Pinto para o Brasil. Depois de 455 dias de refúgio forçado numa sala da embaixada brasileira em La Paz, o líder da oposição ao governo de Evo Morales dormiu em Brasília na madrugada de sábado para domingo. Ele deve sua liberdade a uma operação secreta que reuniu, à revelia do Itamaraty, um diplomata brasileiro inconformado, dois fuzileiros da Marinha, um senador do PMDB, e uma equipe de cinco agentes da Polícia Federal.
Chama-se Ricardo Ferraço (PMDB-ES) o senador que participou da execução da fuga. Ele preside a Comissão de Relações Exteriores do Senado. Entrou na operação a pedido do diplomata Eduardo Saboia, encarregado de negócios e titular interino da representação diplomática brasileira em La Paz. Acionado em Vitória (ES), onde se encontrava no sábado, Ferraço voou até Corumbá (MS) para resgatar, num jato emprestado, o desafeto de Evo Morales.
Abordado por um agente da Polícia Federal no aeroporto de Cuiabá, Ferraço identificou-se. Escondido num hotel, na companhia do diplomata Saboia, o senador boliviano chegaria uma hora depois, protegido por cinco agentes da PF e um par de fuzileiros navais que o haviam escoltado por 22 horas, numa viagem de 1.500 km, feita em carro diplomático brasileiro. Roger Pinto voou para a liberdade na companhia de Ferraço.
Em entrevista ao blog, Ricardo Ferraço contou detalhes da operação que levou o Itamaraty a abrir uma investigação e irritou o governo boliviano. A conversa vai reproduzida abaixo:
— Como se interessou pelo caso do senador boliviano Roger Pinto? Em março, eu fui à Bolívia para averiguar a situação dos torcedores do Corinthians que estavam presos na cidade de Oruro. Na volta, fiz uma visita ao senador Roger. Encontrei-o numa sala do segundo andar do prédio administrativo da embaixada brasileira, em La Paz. Improvisaram um quarto num escritório. Mede uns 3m X 6m. Fuzileiros da Marinha guardavam a porta. Fiquei impressionado com aquela situação. De lá para cá, venho agendando o tema no Senado. Nada evoluiu.
— O sr. se manteve em contato com a embaixada brasileira em La Paz? Sim. Tem lá um diplomata, encarregado de negócios, chamado Eduardo Saboia. A embaixada está sem embaixador há muito tempo. É ele quem está respondendo pelo posto. Ele notou uma deterioração do estado de saúde do senador boliviano. Havia um quadro de depressão. Vendo tudo isso, e percebendo a ausência de perspectiva de solução para o caso, o Saboia chegou a me confidenciar, de maneira muito pessoal, que estava com medo de que o senador boliviano se suicidasse. Ele me disse que estava pensando em tirar o senador de lá.
— Qual foi a sua reação? O que eu fiz foi entusiasmá-lo a tomar uma decisão. Fiz isso por solidariedade humana. Eu só vi o senador Roger Pinto duas vezes. Em março, quando estive em La Paz, e neste sábado.
— O diplomata Eduardo Saboia autorizou a fuga? Ele fez muito mais do que isso. O Saboia organizou a saída, colocou o Roger no carro da embaixada e trouxe ele até o Brasil. Os fuzileiros navais brasileiros deram cobertura durante todo o percurso. Percorreram um caminho complicado. Foram mais de 1.500 km, passando por regiões com produção de coca, até chegarem a Corumbá, no Mato Grosso do Sul. O Saboia foi a figura central no episódio.
— O sr. foi comunicado da operação com antecedência? A gente vinha conversando, trocando ideias. Mas, quando eu soube, a operaçao já estava em curso. Quando o Saboia me ligou, eles já estavam próximos da fronteira. Estava muito tenso. Ele criou uma relação de confiança comigo desde que o conheci, em março, na Bolívia. Eu dava retorno a ele. Esteve no Brasil duas vezes. E foi recebido por mim na Comissão de Relações Exteriores. Coloquei o assunto na agenda da comissão.
— Qual foi o seu papel na operação de fuga? Eu vinha acompanhando o processo, toda a angústia do Saboia. Neste sábado, eu estava em Vitória [ES], na minha casa, quando recebi um telefonema dele, pedindo ajuda.
— Que hora foi isso? Era hora do almoço.
— O que o sr. fez? Tentei contactar autoridades brasileiras.
— Que autoridades? Na verdade, liguei para o presidente do Senado [Renan Calheiros]. Mas não consegui falar. Deixei recado.
— E daí? Telefonei para o aeroporto de Vitória. Tinha um jato privado, de uma empresa capixaba. Liguei para o dono. Não dei detalhes, não queria que vazasse. Mas esclareci que precisava do avião para uma missão importante. Que envolvia uma pessoa correndo risco de vida. Ele se sensibilizou e me emprestou o avião.
— Como se chama o empresário? Prefiro não dizer, até porque ele não sabia exatamente do que se tratava. A responsabilidade é minha.
— Ele cedeu o avião graciosamente, sem cobrar? Sim, isso mesmo.
— É seu amigo? É conhecido meu, mas não é pessoa íntima. Decidi pedir. Se não desse, paciência. Não sou pessoa de me omitir. A omissão é o pior dos pecados.
— A que horas decolou de Vitória? Levantamos voo pouco antes das seis da tarde, umas cinco e meia. Desci em Corumbá à noite. O aeroporto estava meio vazio, sem muito movimento. Fiquei esperando umas duas ou três horas. Logo fui abordado por um agente da Polícia Federal. Eu me identifiquei, dei meus documentos. O cara ligou para o superior dele. Dali a mais ou menos uma hora, chegou o agente com o senador boliviano. Me entregou ele. Embarcamos para Brasília. Chegamos na cidade perto de uma e meia da madrugada.
— A Polícia Federal foi buscar o senador boliviano do outro lado da fronteira?Não. Quando ele chegou ao Brasil, na fronteira, estava acompanhado do diplomata brasileiro e escoltado por dois fuzileiros navais do Brasil. Os fuzileiros o atravessaram na fronteira. A Polícia Federal foi procurá-los no hotel.
— Então, eles chegaram a se hospedar num hotel em Corumbá? Sim, chegaram na cidade por volta de duas horas da tarde de sábado. E foram para o hotel. O Saboia me ligou do hotel.
— Quem acionou a Polícia Federal foi o diplomata Eduardo Saboia? Não sei dizer. Sei que a PF foi até o hotel, me contactou no aeroporto e apareceu lá com o senador Roger Pinto.
— A Polícia Federal foi acionada por alguém, não? Eu não tenho esse detalhe. Sei que o Saboia estava tentando fazer contato com o ministro Celso Amorim [Defesa], com o José Eduardo Cardozo [Justiça]. Não sei se conseguiu. Foi tudo muito rápido. Não deu para perguntar tudo.
— Acredita que ele tenha dado ciência da movimentação ao Itamaraty? Não acho improvável que ele tenha sinalizado alguma coisa. Como ele está respondendo pela embaixada há meses, não é nenhum absurdo supor que ele tenha manifestado aos seus superiores que a situação estava no limite, e que, se ele tivesse oportunidade, faria alguma coisa. Talvez as pessoas no Brasil não acreditassem que ele tivesse disposição para fazer.
— Quando o senador Roger Pinto chegou no aeroporto de Corumbá, estava acompanhado de grande aparato de segurança? Umas sete pessoas davam segurança a ele. Cinco agentes da Polícia Federal, bem armados, e os dois fuzilileiros navais que o haviam acompanhado desde La Paz.
— O Eduardo Saboia não foi ao aeroporto? Não. Eu insisti muito para que ele voasse com a gente até Brasília. Mas ele preferiu não nos acompanhar.
— Ele decerto está ciente de que pode sofrer sanções administrativas, não?Obviamente, ele não ignora os riscos. Mas acho que deveria ser condecorado, jamais punido. Tomou uma decisão corajosa. Ao viajar junto com o senador, pôs inclusive a própria vida em risco. Conversamos muito. Sei que ele fez isso por não suportar a indeferença de ver um perseguido político se deteriorando numa sala, como se fosse um resto de gente. Era essa a situação do senador na Bolívia.
— Pelo que conversavam, o Eduardo Saboia planejava essa operação há muito tempo? Ele revelava, há algum tempo, muito incômodo com a falta de definição e de determinação do governo brasileiro, em função de ter concedido o asilo político e não ter obtido o salvo-conduto para o deslocamento do asilado. O Saboia é uma figura muito comprometida com os direitos humanos. É um homem muito sério. O que o moveu foi a indignação.
— Na sua opinião, o governo brasileiro se portou mal no episódio? Não há nenhuma dúvida a esse respeito. Sou um crítico da falta de determinação da diplomacia brasileira nesse caso. Nossa diplomacia por vezes é muito companheira dos nossos vizinhos bolivarianos. Há um nítido viés ideológico nas relações. Acho um absurdo que o governo brasileiro, após conceder o asilo ao senador, não tenha se empenhado para obter o salvo-conduto.
— Na sua avaliação, faltou pressionar a Bolívia? O salvo-conduto é uma consequência natural do asilo político, que por sua vez é uma decisão unilateral do país que concede. Mesmo nos momentos mais duros das ditaduras sulamericanas, como a do Chile, nunca um salvo-conduto para o Brasil foi negado. O governo brasileiro deveria ter exigido da Bolívia o salvo-conduto. No mês passado, em encontro de cúpula do Mercosul, no Uruguai, os chefes de Estado do grupo aprovaram uma nota concluindo que o asilo é decisão soberana dos países. Referiam-se ao caso do Edward Snowden [ex-técnico terceirizado da CIA]. Entre os signatários está o Evo Morales. Por que as regras do asilo valem para o Snowden e não valeriam para o senador Roger? Não faz o menor sentido.
— Depois do desembarque em Brasília, o senador boliviano foi para um hotel?Chegamos à Capital na madrugada de sábado para domingo. Eu tinha oferecido minha casa para ele pernoitar. Ele tinha topado. Mas, no meio do caminho, falou com o advogado dele. E preferiu ir para a casa desse advogado.
— Então, ele tem um advogado em Brasília? Sim. Chama-se Fernando Tibúrcio. Peticionou em nome dele junto ao STF, pedindo providências ao governo brasileiro.
— O senador Roger Pinto responde a mais de 20 processo na Bolívia. É acusado de corrupção. Está seguro de que as acusações são falsas? Confio muito na avaliação do Eduardo Saboia. No caso dos torcedores corintianos, já libertados, ele tinha me dito que nenhum deles tinha envolvimento com a morte daquela menino boliviano, no estádio de Oruro. E o Saboia me passa a mesma segurança em relação ao caso do senador Roger. Ele está muito seguro, pelos dados que obteve, de que o senador é perseguido pelo governo do Evo Morales. Diz que as acusações que pesam contra ele são fruto de disputa política. Ele é o líder da oposição. Não o conheço em profundidade. Mas pergunto: se ele fosse um criminoso, o governo brasileiro teria concedido o asilo político?
— Sobre o quê o sr. e o senador boliviano conversaram durante o voo de Corumbá até Brasília? Ele me pareceu em estado de choque. A ficha ainda não havia caído. Ele parecia ainda não acreditar na possibilidade de ser um homem livre. Me disse que contou os dias em que ficou retido numa sala. Foram 455 dias. Na cabeça dele, a estratégia do governo da Bolívia era vencê-lo pelo cansaço. Esperavam que ele não aguentasse e saísse à rua, para ser preso. É um homem de família, Batista, conservador. Sabe que terá de refazer a vida.
— O senador Renan Calheiros respondeu ao recado que o sr. deixara no sábado? Ele me ligou no domingo, quando tudo já estava resolvido. Contei rapidamente o que se passou. E ficou nisso.
— Não receia ser criticado por sua participação na fuga? De jeito nenhum. Não convivo muito bem com a omissão. Prefiro o erro à indiferença. E não creio ter cometido nenhum erro nesse episódio.ADSUMUS